GUIU EM PEDAÇOS

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Algumas boas palavras permanecem....sempre em nossos corações!
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7 de jul. de 2010

Desaprender

Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar"
Martha Medeiros

26 de jun. de 2010

Day 25 -Meu dia, em detalhes

O dia de hoje está sendo atípico, sem trabalho, sem empregada!! Cara de feriado!!
Acordei às 7:40 com telefonema da minha mãe, conversanmos e desliguei...em seguida, meu filho: João Vítor acordou e veio para meu quarto...aí, deitou-se na minha cama e dormiu novamente!!
Levantei a seguir deixando meu pequeno dormindo...
Tomei café da manhã, preparado pelo meu esposo antes de sair para trabalhar, e começei a arrumar a cozinha de ontem à noite!Fervi o leite que o caseiro deixou na janela, afinal, moro na fazenda e nosso leite vem direto da vaquinha!!Fomos colocar umas batatas doces para assar na fogueira de São João de ontem....
Mais ou menos 9 hs, Maria Luiza e João Vítor acordaram, fomos à cozinha e preparei o leite com toddy e o bolo de chocolate dos dois!!
Eu e Maria Luiza decidimos fazer Yakissoba para o almoço...ela queria ser ajudante!!
Vim para o computador um pouquinho e a seguir começei a preparar o almoço, afinal, hoje tem JOGO DO BRASIL NA COPA às 11 horas e não sou doida , apesar de psicóloga, de ficar sem assistir a seleção Canarinho!! Quem pensar que a linda da Maria Luiza ajudou em alguma coisa se enganou, a danadinha começou a jogar no computador com o João que só pararam quando chamei para almoçarem!!
Meu gato chegou do trabalho às 10:30 hs,(o Brasil sempre folga quando a seleção joga, heim!!?) trazendo jornal e uma rosca rainha que eu adoro!!
Preparei um arroz com vagem bem soltinho e a Yakissoba de frango!!O almoço ficou pronto 11:10 horas!!Almoçei com os filhos, porque o marido estava assistindo o jogo. Ao terminar, minha filhota lembrou-se  das batatas e foi até a fogueira retirá-las...eu imaginei que haviam se queimado por completo, mas por sorte e boa memória da Lú, duas batatas estavam derretendo de deliciosas e uma bem queimadinha....um belo de um carvão!! Tratamos de comê-las com um pouco de mel...huuummmm...!!
Fui logo assistir ao jogo...que acbou no Brasil 0 x 0 Portugal!!!
Voltei à cozinha para meu amor almoçar...ele elogiou bastante a Yakossoba!!
Fomos assistir ao telejornal e depois a novela da tarde: Sinha Moça!! Quanta folga...mas a tarde está mui convidativa a ficar deitada debaixo do edredom quentinho, porque tá um frio...e um vento!E assim eu fiz...
As crianças deveriam ir para a escola às 14 horas, mas demos folga a eles e a nós mesmos também,rsrsss!!
Preparei um cafezinho e vim para o computador...dei uma organizada nos arquivos e li e-mails.
Tomei um bom banho, e tratei de colocar os dois filhotes para fazerem o mesmo!!
Enquanto isso fiquei tricotando o cachecol para Joãozinho!
Jantamos um pouquito....
Beeem mais tarde fomos à cidade, na casa de Ildeu e depois na casa da minha minha mãe!!
Chegamos em casa e assistimos tv, preparei leite para as crianças e fomos dormir!!




24 de jun. de 2010

Day 24: Palestra de Paulo Delgado na IV CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE MENTAL - INTERSETORIAL

BELO HORIZONTE - MG, 15 de maio de 2010
Palestra proferida pelo PAULO DELGADO.

Bom dia a todos, Senhoras e Senhores.
A Franco Rotelli, de Trieste, representante da maior escola de psiquiatria democrática mundial, precursores sob a liderança de Franco Basaglia e sua Lei 180, da reforma brasileira que aqui nos reúne;
Bom dia Fernanda Nicáccio que nos remete à pioneira experiência de Santos da desconstrução do Anchieta; Saudação a Rose Silva do Fórum Mineiro de Saúde Mental;
Agradeço a Martha Elizabeth à gentileza do convite para essa palestra e peço que transmita ao Secretário de Saúde de Minas Gerais,  Antonio Jorge Marques a elevada honra de estar aqui.

Permitam-me iniciar lembrando dúvida clássica sobre o sentido da vida: o mundo é digno de riso ou de lágrima? Padre Antonio Vieira interpretando lenda grega que envolvia dois filósofos, decidia: ¨Demócrito ria, porque todas as coisas humanas lhe pareciam ignorâncias; Heráclito chorava, porque todas lhe pareciam misérias; logo, maior razão tinha Heráclito de chorar, que Demócrito de rir; porque neste mundo há muitas misérias que não são ignorâncias, e não há ignorância que não seja miséria”. Uma lei fundadora. Não! Fundadora da lei é  o Movimento Nacional da Luta Antimanicomial e seus fundamentos: humanismo, ciência, técnica, comunidade, afeto, história.
Era preciso continuar o trabalho de todos aqueles, profissionais e leigos, que alertas e sensíveis, buscavam reorientar a medicina moderna na direção que aponta para a unidade corpo-espírito e querer, assim, encontrar a origem, a fabricação das doenças orgânicas, físicas e mentais. Não sou médico, psiquiatra, psicólogo, terapeuta, psicanalista, enfermeiro, assistente social, auxiliar de enfermagem ou gestor.  Sou candidato a paciente e enlouquecido quero ser tratado num serviço aberto, o melhor do Caps.
Da Lei 10.216 de 2001 posso dizer o seguinte nessa hora, a partir do que ouço, leio, vejo, escrevo, acompanho e defendo todos esses anos em solidariedade  aos que sofrem, trabalham e lutam pela abolição da solidão e do isolamento do doente mental brasileiro. Cuidado. Como substantivo, adjetivo ou interjeição é zelo dos preocupados, esmero, precaução, advertência para o perigo, vigilância, dedicação, encargo, lida, proteção. Atenção, tomar conta, acolher. Cuidado é o princípio que norteia essa lei. Evoluir a clínica, fazer do intratável o tratável. É essencial o apoio social e familiar que influencie comportamentos, mude hábitos, confronte preconceitos, classificações, nosologia, catálogos de interdições. Dedicada a cidadãos enfermos vistos como sem vontade, liberdade, autonomia porque foram colhidos pelo “mal de viver”. Não é a doença mental que a lei questiona, mas a maneira de tratá-la. A sociedade cria e recria normas para definir o que rejeita e consagra. Faz-se progressista na área de saúde por atitudes, mais do que por atos. Assim, inscrever o doente mental na história da saúde pública aumentando sua aceitação social, diminuindo o estigma da periculosidade e incapacidade civil absoluta contribui para elevar o padrão de civilidade da vida quotidiana. A doença mental não é contagiosa, dispensa isolamento. Não pode ser compreendida como estritamente orgânica apaziguada só pela quimioterapia e os remédios. Claro, é o avanço da medicina e da farmacologia que permite a reinserção social, convivência, restituindo o indivíduo, sua alma e desejos, ao mundo dos vivos. A medicina não deve ser carceral para não ampliar a solidão moral do paciente como se sua doença criasse para ele um mundo do não direito. Acolhimento, tratamento precoce melhoram a evolução e a direção da doença. Agir antes do surto para não ferir, ferir-se, quebrar. Sintomas físicos, queixas, mal-estar, sempre foram indícios de várias enfermidades. Melhorar a escuta geral dos sintomas aparentemente sem importância – dores de cabeça, tremores, dores abdominais, cansaço extremo, falta de ar, agravado pelo embrulho e o ruído da adolescência: álcool, droga, conflito de gerações, esquisitices, vazio existencial, impaciência com o diferente. Saúde não é ausência de doenças. É um estado geral de bem-estar físico, psíquico e social como bem define a Organização Mundial de Saúde. A doença não é um fracasso. É um evento na vida da pessoa que não cria para ela um estatuto de exilado em relação ao que é ou está normal. É um processo que exige observação tolerante, preservação de direitos. A internação é uma parte do tratamento, mas não seu sinônimo e o conceito de leito, nesse caso, não se harmoniza com a terapia adequada. A medicina da mente e suas galáxias tem que se abrir a uma certa imprecisão e passar a duvidar que cada comportamento corresponda a um medicamento. Há muita depressão na sociedade impaciente com os seus doentes. A sofisticação do diagnóstico é que relativiza a classificação da doença, eis o paradoxo atual. É preciso modéstia diante do sofrimento. Não é porque não sabe, mas porque sabe que a psiquiatria, psicanálise, psicologia e psicoterapia modernas, baseadas em valores humanos, psicopatologia da experiência, fundam a reforma psiquiátrica. A internação como privação da liberdade, monoterapia, só prevalece em serviços despreparados. O doente mental é também beneficiário do ambiente jurídico oriundo da Declaração Universal dos diretos do Homem e do Cidadão, como qualquer outro paciente. Seu tratamento não é um ato cirúrgico desde que foi abolida a lobotomia. Só a avaliação permanente do tratamento livra a psiquiatria da ideologia. Não há sucesso médico-terapêutico sem afeto, cultura, história da doença, escuta do sofrimento, subjetividade. Como bem sabia e praticada Dra. Nise da Silveira, precursora da lei. Como ainda não sabem - mas precisam ser conquistados para esse novo horizonte do saber e da justiça - muitos membros do Poder Judiciário e do Ministério Público que com desabrida ousadia invadem o saber médico e sanitário, violam a integridade do indivíduo, protegidos pelo preconceito que é a tradição de tutela – ousadia para a qual não teriam coragem em outras áreas da medicina - e imaginando proteger direitos decidem, por verdadeiras cartas régias, mandar internar os incômodos. Assim  provocam mais mal, imaginando fazer o bem. Enfim, para aqueles que ameaçam a evolução do tratamento e  buscam legitimidade para suas críticas atravessando com desrespeito os fundamentos humanistas e técnicos da lei, quem sabe assim os tranquilizo: “Se eu soubesse de alguma coisa útil à minha nação que fosse danosa a uma a outra, eu não a proporia, porque sou homem antes de ser nacional ou ainda porque sou necessariamente homem, não sendo nacional senão por acaso. Se soubesse de alguma coisa que me fosse útil e prejudicial à minha família, meu espírito a rejeitaria. Se soubesse que alguma coisa que fosse útil à minha família e que não o fosse à minha pátria, buscaria esquecê-la. Se soubesse de alguma coisa que fosse útil à minha pátria e que fosse prejudicial ao meu continente ou que fosse útil ao meu continente e prejudicial ao gênero humano, eu a veria como um crime”. É de Montesquieu o espírito da lei. Muito obrigado a vocês.
Paulo Delgado
Professor, Deputado Federal

Day 23 -Um vídeo do Youtube

prNão uso com muita frequência o YOU TUBE, mas as vezes acabo dando umas risadas....
quase morro de rir com este video: truco valendo o "tb"!!
http://www.youtube.com/verify_age?next_url=http%3A//www.youtube.com/watch%3Fv%3DyVKk5AmbI0E

22 de jun. de 2010

Day 22 -Um site

O meu site preferido é o mais usado ,rsrsrs: È o de toda hora, para tudo e mais alguma coisa: Google!!

21 de jun. de 2010

Day 21 -Uma receita: Moqueca de filé de peixe

Essa foi a primeira receita do novo e nosso blog:
http://brincandonacozinhaguiuemalu.blogspot.com/2010/04/nossa-primeira-receita-aqui-no-blog.html
Faça uma visitinha!!
Agora vamos aos ingredientes:
1 kilo de filé de cará,
6 tomates,
3 cebolas em rodelas,
1 pimentão grande em rodelas,
4 dentes de alho picadinhos,
3 colheres de azeite de dendê,
1 molho de tomate pronto,
algumas azeitonas pretas,
Folhas de manjerição fresco,
Tempero de alho e sal.
Cheiro verde  e coentro.
Preparo:
Coloque a panela no fogo e deixe aquecer um pouco, acrescente o azeite de dendê e frite o alho picadimho,
arrume o tomate em rodelas em camadas, coloque por cima uma camada de cebolas e pimentões, depois a camada de filé de cará e outra camada de tomate, cebolas e pimentões.
Leve ao fogo, no nosso caso: colocamos no fogão a lenha e em panela de barro, para dar mais sabor!!

Day 20 ..Meu hobby : cozinhar!!

Tem coisa melhor do que cozinhar??
Até acho que sim,rsrsss!!
Mas é meu hobby preferido!!!
Vejam o blog:
http://brincandonacozinhaguiuemalu.blogspot.com


"Quem pensa que a comida só faz matar a fome está redondamente enganado. Comer é muito perigoso. Porque quem cozinha é parente próximo das bruxas e dos magos. Cozinhar é feitiçaria, alquimia. E comer é ser enfeitiçado." 
(Rubem Alves)

20 de jun. de 2010

Day 19 -Um talento

Talento não se define, não se explica; testifica-se, detecta-se. 
Contudo, não podemos fugir dos ditames da teoria; talento é aptidão natural ou habilidade adquirida. 

Day 18 - Contos infantis

Era uma vez um menino que não sabia abraçar. Ele morava com os pais numa cidade muito grande. Nessa cidade as pessoas usavam os braços e as mãos para fazer um monte de coisas
Para escrever, dirigir, limpar a casa, fazer comida, digitar textos, carregar as coisas... Essas pessoas sempre estavam com muita pressa e ocupavam tanto os braços e as mãos que não sobrava tempo para abraçar.
Em dia de festa de aniversário, eles cantavam parabéns e batiam palmas. Depois as crianças iam brincar e os pais corriam para arrumar as coisas e não encontravam tempo para carinhos.
Quando o menino tirava notas boas na escola, os professores sempre o elogiavam, mas as mãos e os braços estavam ocupados, carregando livros ou escrevendo na lousa.
O tempo foi passando e ele acabou aprendendo que os braços e as mãos serviam para muitas coisas.
Mas sentia uma falta não sei de quê. Uma dorzinha no coração, uma saudade de algo que não conhecia. Quando ficava triste de verdade, dançava músicas agitando os braços e um pouco de alegria chegava em seu coração.
Um dia, a família do menino precisou mudar de cidade. A escola e os amigos eram diferentes. Ele conheceu uma menina que vivia abraçando os outros e não entendia bem aquilo. Ela era tão pequenininha, mas tinha braços do tamanho do mundo. Abraçava até gente grande.
Certa vez, quando ela tentou enrolar aqueles braços nele, o menino sentiu algo esquisito. Não conseguia se mover e ficou quietinho, sem jeito.
Ela achava que aquele menino era tímido demais e nem adivinhou que ele nunca tinha abraçado alguém.
O menino passou a olhar com curiosidade para ela, que chegava todo dia sorrindo e já ia enrolando os braços nas pessoas. Primeiro na mãe, depois no porteiro da escola, na professora, na faxineira, nos amigos e nele.
Começou a ter com medo. Contou tudo para os pais, que ficaram preocupados com o que estava ocorrendo na escola.
As outras crianças não se importavam com a mania daquela menininha. Aliás, aquilo parecia contagioso. Todos começaram a imitá-la. De uma hora para a outra, enrolaram os braços uns nos outros e parecia que havia mais sorrisos pelo caminho. Talvez fosse uma doença estranha.
Entretanto, seus pais estavam sempre muito ocupados para conhecer a menina.
Um dia, o pai do menino saiu correndo do trabalho e sofreu um acidente no trânsito. No hospital, os médicos estavam cuidando de tudo.
O menino sentiu a maior tristeza do mundo dentro dele. Os dias passaram e seu pai ainda continuava no hospital. Sempre com os braços ocupados, pensava. Agora com gesso e ataduras. Ele sentava-se ao seu lado e sentia que aquela dorzinha tinha se transformado numa dorzona dentro do coração. Ficava com os braços caídos ao lado do corpo e não sabia direito o que fazer com eles.
A mãe resolveu mandá-lo de volta à escola. Chegando lá, ficou sozinho, num cantinho da sala, e começou a chorar bem baixinho aquela dorzinha que foi crescendo e crescendo e virando dorzona.
Sentiu alguém chegando perto e quando percebeu, aqueles bracinhos se enrolaram e abraçaram. E pela primeira vez na vida, o menino ergueu os braços e os enrolou na menina.
E chorou toda dor que sentia. Todo medo de ficar sem o pai. Ela ficou quietinha, só ouvindo aquela dor indo embora junto com as lágrimas que não paravam de cair.
De repente, seus olhos se encontraram. Ele entendeu para que serviam os braços. Serviam para ajudar o outro a não sentir solidão, para consolar, acalmar, aliviar e compartilhar a dor e também a amizade.
E os dois saíram abraçados pela escola. Os professores olhavam espantados para o menino que não sabia abraçar.
Lá no portão, a mãe o estava esperando no carro e, quando olhou no banco do passageiro, viu o pai.
Abriu um sorriso e jogou-se nos braços dele, assustando-o. Percebeu, pela primeira vez, que havia um braço livre que não estava com gesso e com nenhuma outra coisa ‘importante’. Sentiu uma vontade estranha subindo pelo coração, explodindo em choro e sorrisos. A mãe se juntou a eles e a menina também.
Nunca mais o menino que não sabia abraçar ficou sem um abraço.
E a partir desse dia, todos entenderam que há muitas utilidades para nossos braços e mãos, mas a principal delas é para sentir que, mesmo estando em duas ou três pessoas, podemos ser apenas um.

Contos Infantis, Fernanda Macahiba

17 de jun. de 2010

Day 17 -Uma obra de arte


“A Primavera” (1476/1477), de Botticelli
Têmpera sobre tábua, 203 x 314 cm, Galeria defli Uffizi, Florença Itália

16 de jun. de 2010

Day 16 - Música que te faça chorar: Nem Um DIa

Música que me faça chorar é dificil...
As música tocam minha alma, me fazem refletir, me acalentam, me fazem mais feliz..ou as vezes mais nostalgica...
Djavan e Legião Urbana ...as vezes podem me fazer chorar!!
Ou sorrir!!!
Depende mais dfe mim que da música: especialmente: Nem Um dia, do Djavan:
Um dia frio
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide (bis)

Longe da felicidade e todas as suas luzes
Te desejo como ao ar
Mais que tudo
És manhã na natureza das flores

Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você

E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris(bis)


Um dia frio
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide

Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você

E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris(bis)

Day 15 -Uma fanfic

E eu que não curto nenhuma fanfic,rsrsrsrsss

14 de jun. de 2010

Day 14 -Um livro de não-ficção

Mentes Perigosas

13 de jun. de 2010

Day 13 -Um livro de ficção: Eclipse

A coleção: Crepusculo, Amanhecer, Lua Nova,e...lógico:

Day 12 - A ARTE DE VIVER

A ARTE DE VIVER


Aquilo que existe em mim e faz parte de mim... 
pode ser transformado...
se eu quiser...

Aquilo que é do outro...
só pode ser transformado por ele...
e será compreendido e aceito por mim... dentro dos meus limites...

Se existir respeito...
Posso falar ao outro como me sinto em relação ao que ele faz ou diz...
se houver liberdade...

Não posso afirmar:
“Aquilo que o outro  fez ou disse me feriu...”
Eu é que me feri com AQUILO  que ele fez ou disse...
tenho opções...

Eu sou dono das minhas emoções... sensações e sentimentos...
Também... das minhas atitudes...pensamentos e palavras !
maravilha...

Não é coerente dizer que fiz algo para alguém... 
só porque alguém fez isso comigo primeiro...
Se eu agisse assim... eu seria apenas resposta e eco...
sem vida...

É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir...
É mais sensato perceber que sou dono das minhas ações... 
e se faço algo... sou o responsável por isso...
tenho escolhas...

Reconheço que as rédeas do meu destino estão nas minhas mãos...
e me recuso a segurar as rédeas do destino do outro...
é meu direito...

Busco o AMOR em sua mais bela expressão... 
e por isso abro mão de querer ter o controle sobre a vida do outro...
Amém...

Quero amar com liberdade !

Quero amar com plenitude !

Quero Amar antes de tudo...

porque é bom...

AMAR com RESPEITO e LIBERDADE !

Feliz dia dos Namorados!


Day 11 -Uma foto recentemente

Day 10 -Uma foto tirada há anos atrás

Ouro Preto-MG

Day 09 -Uma foto que você tenha tirado

Flores do nosso ipê, um deles apenas....

8 de jun. de 2010

Day 08 -Uma foto que te faça triste

Muitas imagens me deixam triste....As imagens de violência, de guerra, de maus-tratos....especialmente a violência e maus tratos contra  ser humano e a nossa natureza!!
E imagem que entristece sempre são dos HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS!!

7 de jun. de 2010

Day 07 -Uma foto que te faça feliz

Uma foto que me faz feliz....só pode ser da minha família...e de  crianças!!
Como quero resguardar a beleza dos meus fiilhos, escolhi esta foto para homenageá-los....